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18 de set. de 2011

És mesmo de tamanha capacidade...

Ainda consegues atingir este coração traiçoeiro
Isso depois de tantos dias sem me dar a mínima atenção
Chegas como quem nada quer
Me encontras tão desarmada,
Que tocou meu coração,
Mas, viste e não me negou nada
Eu, assustada disse "não".
Depois, vieste outra vez
Como quem nada quer
Trazendo uma insegurança de malandro
Tão amargo de tragar.
Indagas se estou zangada
E insistes nesta nova investida
Como um leão que cheira a comida
Vasculhas minha gaveta;
Me chamas, fico meio que perdida.
Me encontrou tão desarmada,
Que arranhou meu coração,
Mas não me entregava nada
E, assustada, eu disse "não".
Foi assim hoje, como quem chega do nada
Me trouxe nada,
Novamente, pela terceira vez perguntou.
Mal sei como és,
Mas entendo o que bem queres!
Queres se deitar na minha cama
E me chamar de mulher.
Chegar e sair sorrateiro
E antes que eu diga totalmente não,
Se instalas feito posseiro
Dentro do meu coração
Nao tás certo não...

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